Chave Para As Principais Familias De Coleoptera

ALGUMAS FAMILIAS DE COLEOPTERA

1. Coxas posteriores não dividindo o urosternito basal (Fig.116) (Subordem Polyphaga)…………..2

1'. Coxas posteriores dividindo o urosternito basal (Fig. 115) (Subordem Adephaga)………………………24

2(1). Cabeça prolongando-se num rostro (Fig. 117) …………………………………………….3
2'. Cabeça sem rostro …………………………………………….4

3(2). Antenas compostas (Fig. 118) CURCULIONIDAE
3'. Antenas não geniculadas e sem clava (Fig. 1 1 9) BRENTIDAE

4(2'). Antenas lameladas (Fig. 120) 5
4'. Antenas de outro tipo 6

5(4). Besouros achatados dorso-ventralmente; protórax separado do mesotórax por distinta constrição; pronoto com sulco médio-longitudinal (Fig.121)……………………………………………..PASSALIDAE
5'.Besouros não achatados; corpo sem constrição; pronoto sem sulco médio longitudinal (Fig. 122)…………………………………………………………………………………………………………..SCARABAEIDAE

6(4'). Élitros não cobrindo o abdome (Fig. 123); abdome com 6 ou 7 segmentos ………STAPHYLINIDAE
6'. Élitros cobrindo totalmente o abdome ou quase assim ……7

7(6'). Tarsos criptopentâmeros (aparentemente 4-4-4) (Fig. 124) .8
7'. Tarsos de outro tipo ..11

8(7). últimos segmentos do abdome não cobertos pelos élitros (pigídio exposto)(Fig. 125)…BRUCHIDAE
8'. últimos segmentos do abdome cobertos pelos élitros 9

9(8'). Antenas com clava apical de 3 segmentos (Fig. 126) EROTYLIDAE
9'. Antenas sem clava apical ou clava com mais de 3 segmentos 10

10(9'). Antenas, geralmente longas, inseridas em elevação frontal (Fig. 127)……………CERAMBYCIDAE
10'. Antenas mais curtas do que o corpo e não inseridas em elevação frontal (Fig. 128)………………………………………………………………………………………………………..CHRYSOMELIDAE

11 (7'). Palpos maxilares tão ou mais longos do que as antenas (Fig. 129) …………….. HYDROPHILIDAE
11'. Palpos maxilares mais curtos do que as antenas……………………………………………………………………12

12(11'). Tarsos criptotetrâmeros (aparentemente 3-3-3) (Fig. 130)……………..COCCINELLIDAE
12'. Tarsos de outro tipo .13

13(12'). Abdome com 5 ou 6 esternitos visíveis (Fig. 131) 14
13'. Abdome com 7 ou 8 esternitos visíveis 22

14(13). Fórmula tarsal 5-5-4 (Fig. 132) 15
14'. Fórmula tarsal diferente 18

15(14). Cavidades coxais anteriores abertas (Fig. 133) MELOIDAE
15'. Cavidades coxais anteriores fechadas (Fig. 134) 16

1 6 (1 5'). Garras tarsais serreadas ou pectinadas (Fig. 135) ALLECULIDAE
16'. Garras tarsais normais 17

17(16'). Tarsos com o penúltimo artículo dilatado (Fig. 136) LAGRIIDAE
17'. Tarsos com o penúltimo artículo normal (Fig. 137) TENEBRIONIDAE

18(14'). Coxas posteriores com cavidade para alojar o fêmur (Fig. 138) 19
18'. Coxas posteriores sem cavidade 21

19(18). Pronoto rugoso (Fig. 139) BOSTRYCHIDAE
1 9'. Pronoto liso 20

20(19'). Proesterno com apófise livre e pontiaguda (Fig.140) ELATERIDAE
20'. Proesterno sem apófise fixa (Fig. 141) BUPRESTIDAE

21 (1 8'). Élitros com carenas longitudinais (Fig. 142) SILPHIDAE
2 1'. Élitros com cerdas eretas (Fig. 143) MELYRIDAE

22(13'). Cabeça não encoberta pelo pronoto (Fig. 144) CANTHARIDAE
22'. Cabeça encoberta pelo pronoto (Fig. 145) 23

23(22'). Abdome com órgão luminescente nos últimos uroesternitos ……………. . LAMPYRIDAE
23'. Abdome sem órgão luminescente LYCIDAE

24(1'). Mandíbulas sem dente (Fig. 146) CARABIDAE
24'. Mandíbulas com longos dentes (Fig. 147) CICINDELIDAE

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